Olá turma!
Estou providenciando a mudança deste humilde blog para outro servidor...Esse aqui já fez raiva demais para mim e para o Killer...
Em breve teremos mudança por aqui...E mudanças para melhor...Estamos marcando uma reunião para hoje com todos os estágiarios e acionistas para falarmos sobre essas mudanças...
Abração a todos...
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
Concurso PC/AM - Noite de Cinema às 21:50h
Em conversa com alguns colegas candidatos do concurso da PC/AM, resolvemos marcar um encontro no cinema Cinemais do Plaza Shopping na Djalma Batista para assistir ao filme "Sherlock Holmes".Será nesta segunda-feira dia 11/01 às 21:50h.
O horário ainda precisamos resolver, segue programação abaixo:
Cinemais Manaus Plaza Shopping
Cidade: Manaus-AM
Endereço: Av. Djalma Batista, 2100 loja nº 213
Manaus Plaza Shopping
Telefone: 92 3215 1530
Ingressos: Seg., ter. e qui.: R$ 10,00
Programação (08/01 à 14/01/2010)
Sala 01
Filme: Sherlock Holmes
Horário: 21:50h
Acompanhem o blog para decidirmos o horário!
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Mais uma pedrada no CETAM
Notícia veiculada hoje pelo Jornal "O Maskate".
Concurso público vira oportunidades e negócios escusos
A praga da corrupção se espalhou definitivamente no tecido social. Em todas as classes, grupamentos e instituições, corruptos e corruptores se curvam ao fascínio da propina, do ganho fácil, do desvio sorrateiro e mal intencionado dos recursos alheios, quase sempre públicos, com danos incalculáveis aos destinatários mais humildes da receita tributária. Uma peste que se alastra e todos os níveis e direção, que não acaba nem fica pouca. A praga da corrupção. E os concursos públicos, a disputa com chances iguais e universais para todos os concorrentes virou alvo dessa onda de traquinagem e contravenção. No início da semana, milhares de participantes foram surpreendidos com a fraude na prova de enfermagem, que iria escolher oficial bombeiro no concurso do Estado, entre outras funções para esta nobre e heróica profissão. Pois bem. Alguns futuros heróis não passavam de corruptos, que compraram a prova ou pagaram parcelas extorsivas de um cursinho preparatório para se dar bem. Eles se submeteram à ganância de corruptores e se equipararam a eles em crime e bandalheira.
Cumplicidade impune
E o fato - tudo indica – não se esgota por aí. Há fortes indícios, segundo a promotoria de defesa do cidadão, do Ministério Público Estadual, de que o vírus da promiscuidade se espalhou por toda a extensão das provas. Ao pedido de anulação apresentado no Tribunal de Justiça devem ser anexados outros de anulação da disputa por conta de outras denúncias de presepada e outras fraudes. Um verdadeiro salve-se quem puder! Maria Estela Salvador Cordeiro, de 32 anos, veio de Boa Vista, de ônibus, pagou hotel na região da Joaquim Nabuco, próxima ao colégio onde fez as provas, na Constantino Nery. Por telefone, ela queria saber mais informações da Redação e estava desconsolada. “Poxa, tanto sacrifício, tanta esperança, preparação e investimento... e tudo acabar em fraude”. Estela perguntou sobre a credibilidade e a isenção do governo para promover um exame tão simples e fácil de monitorar. Para ela, houve conivência dos responsáveis pois os corruptos tiveram acesso ao conteúdo das provas. “Se houve vazamento houve cumplicidade de alguns responsáveis!”. E isso vai ficar por isso mesmo, senhora Estela.
Polícia Civil
O responsável por este concurso foi o CETAM, Centro de Educação Tecnológica do Amazonas, que ainda não se manifestou sobre a proeza. Também coube ao CETAM a elaboração e aplicação das provas do Concurso da Polícia Civil, ocorrido em janeiro de 2009 e essa é outra e arrepiante novela. A Comissão de Candidatos do Concurso da Polícia Civil, criada para averiguar o tamanho da fraude e suas seqüelas no seio de mais de mil famílias. Alguns representantes de mais esse calvário se reuniram nesta terça-feira em frente ao Fórum Enoch Reis Reis, no bairro do Aleixo, para protestar contra a paralisação judicial do maldito concurso. Eles já tentaram audiência com o governador, o bispo e pensam ir ao Papa, ao menos virtualmente, para ver sua situação esclarecida e definida. Nessa manifestação foram pedir à justiça que não embrome mais ainda a questão.
Agilidade cívica
Existem duas Ações impetradas pela Defensoria Pública pedindo a anulação da prova de digitação realizada pelos candidatos aos cargos de investigador e escrivão. Outra denuncia o vazamento das questões da prova objetiva, forjadas por membros da Polícia Militar no interior do Estado, além de fortes indícios de fraude na Prova de Títulos para delegado, perito e demais cargos em nível superior, com base no questionamento da pontuação definida pelo edital. Um verdadeiro samba do crioulo doido que promete não ter sossego nem fim. Há denúncias feitas por candidatos sem chance de aprovação. E uma determinada pessoa que informou sobre o suposto vazamento das questões faltou à prova. Vale tudo para tumultuar o processo e forçar novo certame.
Mandado de segurança
Quanto ao concurso do SUSAM, a fraude tem outras conotações e desdobramentos. Realizado em 2005 pelo governo do Estado, a seleção aprovou mais de 9 mil candidatos que estão há quase 5 anos na fila de espera da boa vontade do governo. Agora, depois de recusar todas as desculpas, justificativas e recursos de protelação, o Estado terá que acolher a determinação judicial e contratar no rigor da Lei e do Direito todos os aprovados do abençoado concurso. O Mandado de Segurança foi impetrado contra o secretário de Estado de Saúde, Agnaldo Costa, e os diretores das Fundações Cecon, Alfredo da Mata, Hemoam, Medicina Tropical, Vigilância em Saúde e Hospital Adriano Jorge. A Procuradoria Geral do Estado declarou que “as fundações são partes ilegítimas para figurarem como pólo passivo da ação, porque a atribuição de nomeação é privativa do Chefe do Poder Executivo”.
Concurso público vira oportunidades e negócios escusos
A praga da corrupção se espalhou definitivamente no tecido social. Em todas as classes, grupamentos e instituições, corruptos e corruptores se curvam ao fascínio da propina, do ganho fácil, do desvio sorrateiro e mal intencionado dos recursos alheios, quase sempre públicos, com danos incalculáveis aos destinatários mais humildes da receita tributária. Uma peste que se alastra e todos os níveis e direção, que não acaba nem fica pouca. A praga da corrupção. E os concursos públicos, a disputa com chances iguais e universais para todos os concorrentes virou alvo dessa onda de traquinagem e contravenção. No início da semana, milhares de participantes foram surpreendidos com a fraude na prova de enfermagem, que iria escolher oficial bombeiro no concurso do Estado, entre outras funções para esta nobre e heróica profissão. Pois bem. Alguns futuros heróis não passavam de corruptos, que compraram a prova ou pagaram parcelas extorsivas de um cursinho preparatório para se dar bem. Eles se submeteram à ganância de corruptores e se equipararam a eles em crime e bandalheira.
Cumplicidade impune
E o fato - tudo indica – não se esgota por aí. Há fortes indícios, segundo a promotoria de defesa do cidadão, do Ministério Público Estadual, de que o vírus da promiscuidade se espalhou por toda a extensão das provas. Ao pedido de anulação apresentado no Tribunal de Justiça devem ser anexados outros de anulação da disputa por conta de outras denúncias de presepada e outras fraudes. Um verdadeiro salve-se quem puder! Maria Estela Salvador Cordeiro, de 32 anos, veio de Boa Vista, de ônibus, pagou hotel na região da Joaquim Nabuco, próxima ao colégio onde fez as provas, na Constantino Nery. Por telefone, ela queria saber mais informações da Redação e estava desconsolada. “Poxa, tanto sacrifício, tanta esperança, preparação e investimento... e tudo acabar em fraude”. Estela perguntou sobre a credibilidade e a isenção do governo para promover um exame tão simples e fácil de monitorar. Para ela, houve conivência dos responsáveis pois os corruptos tiveram acesso ao conteúdo das provas. “Se houve vazamento houve cumplicidade de alguns responsáveis!”. E isso vai ficar por isso mesmo, senhora Estela.
Polícia Civil
O responsável por este concurso foi o CETAM, Centro de Educação Tecnológica do Amazonas, que ainda não se manifestou sobre a proeza. Também coube ao CETAM a elaboração e aplicação das provas do Concurso da Polícia Civil, ocorrido em janeiro de 2009 e essa é outra e arrepiante novela. A Comissão de Candidatos do Concurso da Polícia Civil, criada para averiguar o tamanho da fraude e suas seqüelas no seio de mais de mil famílias. Alguns representantes de mais esse calvário se reuniram nesta terça-feira em frente ao Fórum Enoch Reis Reis, no bairro do Aleixo, para protestar contra a paralisação judicial do maldito concurso. Eles já tentaram audiência com o governador, o bispo e pensam ir ao Papa, ao menos virtualmente, para ver sua situação esclarecida e definida. Nessa manifestação foram pedir à justiça que não embrome mais ainda a questão.
Agilidade cívica
Existem duas Ações impetradas pela Defensoria Pública pedindo a anulação da prova de digitação realizada pelos candidatos aos cargos de investigador e escrivão. Outra denuncia o vazamento das questões da prova objetiva, forjadas por membros da Polícia Militar no interior do Estado, além de fortes indícios de fraude na Prova de Títulos para delegado, perito e demais cargos em nível superior, com base no questionamento da pontuação definida pelo edital. Um verdadeiro samba do crioulo doido que promete não ter sossego nem fim. Há denúncias feitas por candidatos sem chance de aprovação. E uma determinada pessoa que informou sobre o suposto vazamento das questões faltou à prova. Vale tudo para tumultuar o processo e forçar novo certame.
Mandado de segurança
Quanto ao concurso do SUSAM, a fraude tem outras conotações e desdobramentos. Realizado em 2005 pelo governo do Estado, a seleção aprovou mais de 9 mil candidatos que estão há quase 5 anos na fila de espera da boa vontade do governo. Agora, depois de recusar todas as desculpas, justificativas e recursos de protelação, o Estado terá que acolher a determinação judicial e contratar no rigor da Lei e do Direito todos os aprovados do abençoado concurso. O Mandado de Segurança foi impetrado contra o secretário de Estado de Saúde, Agnaldo Costa, e os diretores das Fundações Cecon, Alfredo da Mata, Hemoam, Medicina Tropical, Vigilância em Saúde e Hospital Adriano Jorge. A Procuradoria Geral do Estado declarou que “as fundações são partes ilegítimas para figurarem como pólo passivo da ação, porque a atribuição de nomeação é privativa do Chefe do Poder Executivo”.